FILARMÔNICA DE MINAS GERAIS REALIZA PRIMEIRA TURNÊ ESTADUAL DA TEMPORADA 2015 EM DIVINÓPOLIS, ARAXÁ E UBERLÂNDIA
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Em concertos gratuitos, público poderá conferir repertório com obras de Tchaikovsky, Dvorák, Prokofiev, Vaughan-Williams, Wagner e Carlos Gomes |
A Filarmônica de Minas Gerais já está afinada para a primeira Turnê Estadual da Temporada 2015. Divinópolis recebe a Orquestra no dia 11 de junho, na Praça da Catedral; seguida por Araxá, no dia 12, no Teatro Municipal de Araxá; e Uberlândia, no dia 13, no Teatro Municipal de Uberlândia. Sob a batuta do maestro Marcos Arakaki, serão interpretados Eugene Onegin: Polonaise e O Quebra-nozes, op. 71: Valsa das Flores, de Tchaikovsky; Dança Eslava, op. 72, n° 2, de Dvorák; Sinfonia nº 1 em Ré maior, op. 25, “Clássica”, de Prokofiev; Fantasia sobre Greensleeves, de Vaughan-Williams; a Abertura de O Navio Fantasma, de Wagner; e a Protofonia de O Guarani, de Carlos Gomes. Todas as apresentações são gratuitas e às 20h.
Os concertos são apresentados pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Algar Telecom por meio das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura.
O maestro Marcos Arakaki
Marcos Arakaki é Regente Associado da Filarmônica de Minas Gerais, com destacada relevância na formação de plateias e estreias de obras sinfônicas. Dirige regularmente as principais orquestras brasileiras, além de grupos no exterior.
Com a carreira marcada por prêmios, destacam-se o 1º Concurso Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes e o 1º Prêmio Camargo Guarnieri. Foi regente titular da Sinfônica da Paraíba e da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, recebendo, nesta última, grande reconhecimento de crítica e público pela sua reestruturação. Com a OSB gravou a trilha do filme Nosso Lar, composta por Philip Glass.
É Bacharel em Música pela Unesp e Mestre em Regência Orquestral pela Universidade de Massachusetts. Participou do Aspen Music Festival and School e de masterclasses com os maestros Kurt Masur, Charles Dutoit e Sir Neville Marriner.
Arakaki é professor visitante de Regência Orquestral na UFPB e regente titular da Sinfônica da mesma instituição.
Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Hoje em sua sede própria, a Sala Minas Gerais, a Orquestra Filarmônica foi criada em 2008, com o intuito de inserir Minas nos circuitos nacional e internacional da música orquestral. Formada por 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas e Oceania e sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra rapidamente alcançou reconhecimento do público e da crítica especializada. Administrada pelo Instituto Cultural Filarmônica, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), a Filarmônica pauta seu trabalho pela excelência artística e vigorosa programação.
Em 2015 serão 90 concertos, dos quais 57 contam com nomes do cenário mundial como Martin Grubinger, Liza Ferschtman, Leo Gandelman, Elissa Lee Koljonen. Voltam a se apresentar com a Filarmônica, Augustin Hadelich, Lilya Zilberstein, Pascal Rogé, Daniel Binelli e Daniel Müller-Schott, além dos brasileiros Nelson Freire, Arnaldo Cohen, Antonio Meneses, Paulo Szot e Cristina Ortiz. Neste ano serão celebrados os 150 de nascimento de Sibelius, Dukas e Nielsen e o centenário da morte de Scriabin.
Iniciando seu oitavo ano de vida, a Filarmônica já conta com mais de 500 concertos para um público total de quase 600 mil pessoas, das quais 48,9% participaram gratuitamente, além da criação de 36 mil oportunidades de trabalho indireto. Dentre suas ações de democratização do acesso foram realizadas 69 Turnês Estaduais, alcançando um público de 149.304 pessoas. Os concertos Clássicos na Praça, por sua vez, mobilizaram 82.737 pessoas em 26 apresentações. Mais de 60 mil estudantes e trabalhadores tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre obras orquestrais, contexto histórico musical e os instrumentos de uma orquestra, participando de concertos destinados à educação e formação de público. Em sua primeira turnê internacional, realizada em 2012, a Filarmônica tocou para 6.658 pessoas em apresentações nos míticos teatros Solís, de Montevideo (Uruguai), Colón, de Buenos Aires, além dos teatros de Rosário e Córdoba, na Argentina. Como ações de estímulo à música, a Filarmônica promove o Festival Tinta Fresca, destinado a compositores de todo o país, e o Laboratório de Regência, atividade pioneira no Brasil, que abre oportunidade para jovens regentes brasileiros.
Ainda este ano, o público terá a oportunidade de conhecer a trilha sonora criada pelo músico Marco Antônio Guimarães (Uakti) e gravada pela Filarmônica para o novo espetáculo do Grupo Corpo. Outra parceria com um grupo mineiro foi o conto musical Pedro e o Lobo, de Sergei Prokofiev, realizado em 2014 com o Giramundo Teatro de Bonecos. A partir de 2013, a Filarmônica passou a gravar comercialmente. Em seu primeiro CD, a Nona Sinfonia de Schubert. Com o selo Naxos, três discos com obras de Villa-Lobos.
Sua constante preocupação com a qualidade foi reconhecida por importantes premiações: em 2012 recebeu o Prêmio Carlos Gomes de melhor orquestra brasileira; em 2010 foi eleita como melhor grupo musical erudito do ano pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA); e seu diretor artístico e regente titular, maestro Fabio Mechetti, recebeu o Prêmio Carlos Gomes em 2009 como melhor regente brasileiro.
Serviço
Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Turnê Estadual
Divinópolis
11 de junho - 20h
Praça da Catedral
Araxá
12 de junho - 20h
Teatro Municipal de Araxá
Uberlândia
13 de junho - 20h
Teatro Municipal de Uberlândia
Marcos Arakaki, regente
TCHAIKOVSKY Eugene Onegin: Polonaise
DVORÁK Dança Eslava, op. 72, nº 2
PROKOFIEV Sinfonia nº 1 em Ré maior, op. 25, “Clássica”
VAUGHAN-WILLIAMS Fantasia sobre Greensleeves
WAGNER O Navio Fantasma: Abertura
TCHAIKOVSKY O Quebra-nozes, op. 71: Valsa das Flores
GOMES O Guarani: Protofonia
Personal Press
Polliane Eliziário – polliane.eliziario@personalpress.jor.br – (31) 9788-3029

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