Assuntos financeiros são as principais causas de reclamação dos consumidores em 2016

Levantamento do Procon de Uberlândia revela que mais de 30% das queixas estiveram ligadas ao tema
                                             Foto: Cleiton Borges/SecomPMU


Em 2016, questões relativas a “assuntos financeiros”, como descumprimentos contratuais, cobranças abusivas, negativação indevida junto aos órgãos de proteção ao crédito e problemas com cartões de crédito, por exemplo, foram as principais causas de reclamação dos consumidores atendidas pela Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Uberlândia. É o que aponta o “Ranking de Reclamações Fundamentadas 2016”, finalizado neste mês pelo órgão de proteção municipal.

 O cenário desenhado pelo relatório mostra que, do total de 2.826 reclamações feitas pelos consumidores no ano passado, 868 (30,71%) delas estiveram ligadas às questões da área financeira.  Em segundo lugar, com 788 registros (27,88%), aparecem as reivindicações sobre “produtos”, como no caso de problemas com assistência técnica autorizada ou dificuldade de reparação do item comprado após o prazo legal de 30 dias.

Na terceira colocação, o assunto mais reclamado, segundo o levantamento, está ligado aos “serviços privados”, representando 19,29% do total, com 545 registros. São, normalmente, desentendimentos derivados da relação de consumidores com instituições de ensino, empresas organizadoras de eventos e agências de viagens, por exemplo. Por fim, em quarto lugar, aparecem as queixas sobre “serviços essenciais”, correspondendo 13,77%, com 389 registros. São situações de descontentamentos com operação de fornecimento de energia elétrica e telefonia fixa e celular. Confira mais informações e detalhes do relatório em anexo.

Reclamações fundamentadas
O “Ranking de Reclamações Fundamentadas 2016”, elaborado pelo Procon de Uberlândia, engloba, conforme explica a superintendente do órgão, Chelara Freitas, 2.826 reclamações fundamentadas. Algumas destas estão em andamento, em fase de audiência, ou ainda aguardando parecer jurídico. São reivindicações que tiveram procedência dentre 12.928 atendimentos realizados à população pelo Procon.

Deve procurar o órgão, explica Chelara Freitas, todo aquele cidadão que se sentir lesado em uma relação de consumo. “Aqui, nós avaliamos se houve, em cada caso, algum desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor. Tentamos proceder com conciliações em um primeiro momento nestes casos. Se não é possível, o Procon tem a prerrogativa de entrar com ações coletivas em desfavor dos reclamados”, explicou a superintendente.

Fernando Boente
fernandoboente@uberlandia.mg.gov.br
(34)3239-2441

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